Porque amamos as Breakthrough Brands

Um estudo construído para celebrar a nova geração de marcas que vai dar muito o que falar.

A Interbrand divulgou na semana passada o estudo inédito Breaktrough Brands. Entre as 60 marcas selecionadas estão startups, marcas que questionam, que surpreendem, que rompem categorias, que criam desejo e que mudam a nossa forma de consumir.

A lista foi construída a partir de sugestões de uma rede de influenciadores do mundo todo e consolidada com base nos critérios de força de marca da Interbrand.

Basicamente, as Breaktrough Brands são marcas com menos de 10 anos, com alta capacidade de gerar mudanças, de criar novos produtos, novas tecnologias, que crescem num ritmo muito acelerado, atraem atenção e se conectam de forma inspiradora com o seu público.

O mais interessante do estudo é que aqui não temos ganhadores e perdedores e como as Breaktrough Brands não precisam ser globais, entre elas estão marcas do mundo inteiro, de economias estabelecidas e emergentes. As marcas estão agrupadas por insights e setores de destaque. E, pela primeira vez, orgulhosamente, 3 marcas brasileiras integram um estudo Global da Interbrand. São elas: Nubank, dobem e Sensorbox.

Depois de passar horas, dias e meses estudando, a gente se apega muito a cada marca. Se eu pudesse eleger uma única coisa em comum entre todas as Breaktrough Brands é a capacidade de encantar quem se conecta com elas. E é nesse espírito que eu listo aqui algumas entre as minhas favoritas:

MyMuesli: A marca de origem alemã tem crescido na Europa toda oferecendo aos seus consumidores a chance de customizar seus cereais matinais com inúmeras opções ultra saudáveis, certificadas, orgânicas e livre de conservantes. A identidade visual é absolutamente incrível. Juro que dá vontade de comer com os olhos!

Everlane: A Everlane é uma loja de roupas online muito classuda mas a sua grande inovação está no relacionamento pautado pela “transparência radical” com seus consumidores. Cada item à venda no site tem ao lado seus custos de produção em detalhes como material, transporte, impostos etc., além da margem da loja. O consumidor também pode ter uma ideia de quanto, em média, esse item custaria em um varejo comum. Incrível.

Magic Leap: Considerada pelo Wired como a startup mais “hot” do mundo, a Magic Leap promete trazer a mágica de volta e repensar a forma com que a tecnologia interage com as pessoas. A Startup recebeu um financiamento privado de mais de 800 mihões de dólares e com a sua tecnologia Mixed Reality Lightfield Signal consegue combinar tecnologia 3D com o mundo tal e qual enxergamos. Dizem eles que são capazes de fazer baleias saltarem do piso de um ginásio e permitir que alguém consiga segurar o sistema solar na mão. Eu acredito.

Shinola [Detroit]: A Shinola começou a operar em 2013 e em pouco tempo deixou de ser uma fábrica de relógios para se transformar numa marca de estilo de vida, que produz de tudo, de objetos de couro a bicicletas. Mas o mais interessante é a forma como a marca celebra a cidade de Detroit e faz disso o seu propósito. Enquanto a maioria das empresas de manufatura abandonou a cidade que hoje sofre as inúmeras consequências da desindustrialização, a Shinola optou por instalar a sua fábrica lá justamente para levar empregos e trabalhar pela revitalização da cidade.

Sweetgreen: Na linha “garden to table”, a Sweetgreen tem um simples propósito: apoiar as comunidades e construir relacionamentos significativos ao seu redor. Se apresenta como uma marca que serve comida saudável, com ingredientes locais e orgânicos de agricultores e parceiros conhecidos e confiáveis. Tudo num espírito tão intimo que a Sweetgreen faz questão de apresentar os seus parceiros e promover a interação deles com os consumidores.

Baixe o estudo completo aqui.

Contributors